🌭 Resumo sobre Chicago
Chicago é uma cidade cheia de personalidade, conhecida por seus arranha-céus icônicos, sua forte cena cultural e sua história marcada pelo grande incêndio de 1871. Em quatro a cinco dias é possível conhecer bem a cidade, visitando atrações como o Millennium Park, o Riverwalk, o Navy Pier, a Willis Tower, os observatórios, museus renomados e fazendo o famoso cruzeiro de arquitetura. A culinária é um destaque à parte, com clássicos como a deep dish pizza, o tradicional cachorro-quente de Chicago e o Italian Beef Sandwich, prato que ganhou ainda mais notoriedade com a série “O Urso”. Para quem quiser estender o roteiro, cidades próximas como Milwaukee oferecem uma combinação interessante com Chicago.
Quem olha para os arranha-céus imponentes e inovadores de Chicago talvez nem imagine que a cidade foi quase totalmente destruída por um grande incêndio em 1871. A tragédia, porém, deu origem a um renascimento que transformou Chicago em um dos lugares mais interessantes e movimentados dos Estados Unidos.
Terceira cidade mais populosa do país, Chicago tem um charme próprio: seja pela arquitetura icônica, pelas obras de arte espalhadas pelo espaço urbano ou por clássicos gastronômicos como a deep dish pizza e o sanduíche de carne italiana. Chi-Town, como é carinhosamente chamada, oferece um verdadeiro banquete aos olhos (e ao paladar).
Não à toa, ela já serviu de cenário para diversos filmes e séries, como “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e, mais recentemente, “O Urso”, produção que mistura arte e gastronomia ao retratar o funcionamento de um restaurante na cidade.
Para quem busca um novo destino nos Estados Unidos, Chicago não decepciona. No coração do Centro-Oeste americano está uma cidade democrática, cultural e símbolo de inovação e resiliência, com atrações para todos os gostos.
Neste guia, você vai descobrir:
- Quando ir a Chicago
- Onde ficar em Chicago
- O que fazer em Chicago
Passeios imperdíveis
O que ver, caso tenha mais tempo - A arquitetura de Chicago
- A culinária de Chicago
- Documentação necessária
Quando ir a Chicago

Chicago possui quatro estações bem definidas, com verões quentes e animados, primaveras floridas, outonos mais frescos e invernos de temperaturas congelantes.
Vale saber que, durante a primavera, especialmente a partir de maio, os termômetros sobem e a cidade fica mais agradável; já no outono, o frio começa a ganhar força e as folhas mudam de cor, criando aquele clima de filme que todo mundo adora.

Vale lembrar que Chicago é conhecida como a “Cidade dos Ventos” por uma razão: venta bastante por lá, graças à sua localização às margens do Lago Michigan. Por isso, mesmo no verão, vale a pena levar um casaco leve ou corta-vento, enquanto os meses mais frios pedem roupas realmente quentes.
No fim, quando ir a Chicago depende do tipo de experiência que você busca, já que a cidade muda completamente conforme a estação.
Veja a seguir o que esperar de cada período do ano.
❄️ Inverno (dezembro a março)

O inverno em Chicago é gelado (bem gelado!), com temperaturas que podem cair bastante abaixo de zero, podendo a chegar a –8°C e –12°C.
Os dias ficam mais curtos, muita neve e sensação térmica ainda mais baixa devido aos ventos fortes. Por isso, roupas térmicas e casacos pesados são indispensáveis para quem quer testemunhar a cidade ficando branquinha.
Durante o inverno, aproveite as pistas de patinação no gelo nos parques de Chicago; as luzes e mercados de Natal em dezembro. Nessa estação, os museus e atrações indoor são perfeitas para escapar do frio.
🌸 Primavera (março a junho)

A primavera marca a transição do frio para dias mais amenos e floridos. A temperatura começa a subir, com máximas entre 10°C e 22°C e mínimas entre 2°C e 12°C.
Entre março e abril, o clima ainda é instável, mas a partir de maio a cidade vai ganhando mais cor e mais calor, com parques floridos e mais vida ao ar livre.
Dessa maneira, fazer passeios pelo Millennium Park e pelo Riverwalk, são ótimas pedidas. Não deixe de realizar os tours arquitetônicos de barco (que recomeçam na primavera) e eventos culturais que vão aquecendo o calendário da cidade.
☀️ Verão (junho a setembro)

O verão é a estação mais vibrante e cheia de energia em Chicago. A estação do sol coloca os termômetros lá em cima, com temperaturas máximas entre 26°C e 30°C; e as mínimas entre 17°C e 20°C.
Nesse período, os dias são quentes, longos e convidativos para atividades ao ar livre! Nessa estação, Chicago oferece muitos passeios, mas sempre com o famoso ventinho gelado vindo do Lago Michigan. Logo, lembre-se da dica da VMZ e leve, pelo menos, um casaquinho leve.
No verão, os festivais de música que tomam conta da cidade, como o Chicago Blues Festival, Lollapalooza e Chicago Jazz Festival. Vale a pena conferir o calendário e ver os eventos que acontecem nessa época do ano.
Por ser um período mais quente, os turistas costumam lotar a cidade, o que faz com que as praias urbanas do lago também fiquem movimentadas, assim como parques, rooftops e passeios de barco.
🍂 Outono (setembro a dezembro)

Para quem conhece Chigago, vale dizer que o outono é um dos períodos mais bonitos para conhecer a cidade. O friozinho da estação começa a surgir, com temperaturas girando entre 3°C e 20°C.
Oclima durante a época é mais fresco e estável, e as folhas alaranjadas vão pintando os parques da cidade, que ganha uma atmosfera mais tranquila e com menos turistas após o verão.
Caminhar pelo Lincoln Park e pelo Grant Park são ótimas pedidas, enquanto quem procura algo para comer, pode aproveitar os festivais gastronômicos.
Onde ficar em Chicago

Encontrar uma hospedagem em Chi-Town pode ser desafiador do ponto de vista financeiro: o custo pode ser alto, especialmente nos bairros centrais e na alta temporada.
Contudo, é possível otimizar os gastos reservando a viagem com antecedência e fugindo dos períodos mais concorridos.
Aqui vão algumas sugestões da VMZ:
The Loop

Centro financeiro de Chicago, na região estão muitos dos cartões-postais da cidade. No Loop estão o Millennium Park, o Cloud Gate (o famoso “The Bean”, ou “Feijão”, em português), o Art Institute e o Riverwalk.
Graças à localização, você fica pertinho do transporte público, que funciona muito bem na cidade, e também tem facilidade para conhecer muitos pontos turísticos a pé.
Magnificent Mile/Streeterville

Uma das regiões mais movimentadas para quem curte gastronomia, bares e procura por hotéis mais requintados. Por lá, você encontra lojas de grandes marcas, shoppings, museus e está pertinho do Navy Pier, um dos ícones da cidade.
É uma área bastante turística, com muitos hotéis grandes e modernos, alguns com vista privilegiada para o Lago Michigan.
River North

Para quem gosta de uma região moderna, movimentada e com muitas opções gastronômicas, o River North é a escolha certa. O bairro abriga uma das maiores concentrações de restaurantes de Chicago, além de bares, galerias de arte e hotéis estilosos.
Fica próximo à Magnificent Mile, permitindo explorar atrações e fazer compras caminhando.
West Loop

Conhecido pelo Fulton Market District, o bairro reúne restaurantes premiados, cafés, mercados, bares e muita arte urbana. Em prédios industriais renovados, surgiram hotéis modernos e cheios de personalidade.
É uma região perfeita para quem gosta de explorar tendências e viver um lado mais autêntico de Chicago, sem abrir mão da boa localização.
Lincoln Park

Para quem prefere uma hospedagem mais tranquila e com mais cara de “casa”, o Lincoln Park é a ideal. Com ruas arborizadas, parques amplos e muitos cafés, o bairro é uma ótima escolha para famílias e viajantes que querem um ritmo mais sossegado.
É lá que fica o Lincoln Park Zoo, um zoológico gratuito e muito visitado, além de áreas verdes perfeitas para caminhadas. A desvantagem é a distância entre as principais atrações turísticas de Chicago, assim, o transporte público da cidade pode ser uma “mão na roda” para os deslocamentos.
South Loop

A região conta como Museum Campus, onde ficam o Shedd Aquarium, o Field Museum e o Adler Planetarium, além de deixar você pertinho do Grant Park e do local onde acontece o Lollapalooza.
Com hotéis modernos e ruas mais tranquilas do que o centro, é uma boa alternativa para quem busca conforto e fácil acesso às atrações culturais, mantendo certa distância do movimento intenso do Loop.
Também fica um pouco distante dos passeios turísticos mais tradicionais, mas próximo de outros bem interessantes.
O que fazer em Chicago

Entre quatro e cinco dias, você consegue mergulhar no que há de melhor em Chi-Town. Além das atrações icônicas, vale muito aproveitar a atmosfera cultural da cidade, seja assistindo a um jogo de baseball no Wrigley Field, um dos estádios mais tradicionais dos Estados Unidos, ou curtindo uma noite de jazz e blues. Se houver oportunidade, reserve uma noite para um clube clássico, como o Green Mill ou Blue Chicago.
Aproveite para explorar os bairros, caminhar pelas margens do rio e sentir o clima delicioso que marca a cidade.
E, se o roteiro permitir, dá até para conhecer Milwaukee, em Wisconsin, cidade famosa por suas cervejarias, museus e pela linda vista para o Lago Michigan.
Passeios imperdíveis:



- Millenium Park e “The Bean”: tire uma foto no cartão-postal de Chicago, o Cloud Gate, apelidado de “The Bean” (“O Feijão”), obra do artista plástico Anish Kapoor, e aproveite o parque. Ele é bem amplo, cheio de instalações de arte e perfeito para caminhar e sentir a energia da cidade.
- Cruzeiro de Arquitetura: esse é um dos passeios mais famosos e recomendados da cidade. Navegar pelo Rio Chicago enquanto conhece os prédios icônicos e a história da arquitetura local é uma experiência inesquecível.
- Willis Tower Skydeck: o observatório mais conhecido da cidade, com o famoso “The Ledge”, onde você pisa em uma caixa de vidro a mais de 400 metros de altura.
- Navy Pier: um clássico de Chicago, com restaurantes, lojas, calçadão e a roda-gigante Centennial Wheel. É um passeio divertido, especialmente com crianças.
- The Loop: no centro de Chicago, a região fica pertinho do Millenium Park e conta com prédios históricos, arte pública (como o mural do flamingo de Calder e o Picasso) e estações do metrô elevado.



- Michigan Avenue (Magnificent Mile): uma das avenidas mais famosas dos EUA, repleta de lojas, hotéis, edifícios emblemáticos e movimento o dia inteiro. Perfeita para um dia de compras.
- Caminhada pelas margens do Rio Chicago (Riverwalk): aqui, a regra é passear com calma, para apreciar a vista dos arranha-céus e curtir cafés e bares ao longo do rio. Ideal para uma pausa para um almoço e curtir a vibe local.
- Art Institute of Chicago: um dos maiores e mais importantes museus de arte dos EUA. O acervo inclui obras de Van Gogh, Monet, Renoir e Grant Wood.
- Chicago Theater: um dos símbolos da cidade. Você pode apenas apreciar a icônica fachada ou fazer um tour guiado para conhecer sua história.
- Museum of Contemporary Art Chicago: outro museu, mas este é para quem gosta de arte contemporânea, com exposições criativas e instalações provocativas.
Se você tiver tempo, vale a pena incluir:



- Griffin Museum of Science and Industry: um dos maiores museus de ciência do mundo, repleto de experiências interativas e exposições imersivas.
- Lincoln Park Zoo: um dos poucos zoológicos gratuitos dos EUA, fica dentro de um parque lindo, e é mais um passeio interessante para as crianças.
- Adler Planetarium: ótimo para quem gosta de astronomia e também para quem busca uma das vistas mais bonitas do skyline de Chicago.
- Field Museum: museu de história natural com coleções impressionantes e o famoso fóssil “Sue”, o tiranossauro rex mais completo já encontrado.
- Shedd Aquarium: um dos aquários mais importantes do país, com milhares de espécies e tanques gigantescos.
- Historic Pullman: bairro histórico que conta a história industrial e ferroviária da cidade. Bom para quem gosta de cultura e arquitetura.
- The 606: Uma antiga linha de trem elevada transformada em parque linear, parecido com o High Line de Nova York. Ótimo para caminhar ou pedalar.
- John Hancock (360 Chicago): mesmo se já tiver ido ao Skydeck, vale conhecer o segundo observatório para ter uma perspectiva diferente do lago e da cidade.
A arquitetura de Chicago

Lembra do incêndio de 1871 que comentamos no começo deste guia? Ele foi devastador para a cidade, mas marcou o início de uma reconstrução que transformou Chicago em referência mundial em planejamento urbano e inovação arquitetônica.
Após o fogo, arquitetos visionários repensaram totalmente o desenho urbano e criaram as bases do que ficaria conhecido como Escola de Chicago, movimento que priorizava o uso do ferro e do aço em vez da madeira, permitindo construções mais altas, resistentes e produzidas em série.
Foi aí que surgiram os primeiros arranha-céus, que até hoje compõe a paisagem da cidade. Entre eles, ganham destaque nomes como Frank Lloyd Wright, um dos maiores expoentes do movimento e figura central na revolução arquitetônica americana.

Um dos melhores jeitos de conhecer essa história é no famoso Cruzeiro de Arquitetura, já citado anteriormente. A bordo de um barco, você percorre o Rio Chicago enquanto descobre detalhes sobre o renascimento da cidade, curiosidades sobre seus edifícios e como cada construção ajudou a definir a identidade de Chi-Town.
Durante o passeio, você verá de perto ícones como o Wrigley Building, a Tribune Tower, a Willis Tower e o complexo Marina City, entre muitos outros. Se existe um passeio realmente imperdível em Chicago, é esse.
A culinária de Chicago

A gastronomia de Chicago é um reflexo da própria cidade: plural, cheia de identidade e profundamente conectada às tradições dos imigrantes italianos, alemães, mexicanos e tantos outros que ajudaram a construir a região.
Não à toa, a cena culinária local ganhou ainda mais destaque nos últimos anos graças à série “O Urso”, que retrata o universo de uma cozinha profissional em Chicago – e apresenta ao grande público os pratos clássicos da cidade.
Entre os sabores mais emblemáticos está a deep dish pizza, uma verdadeira instituição local. Trata-se de uma pizza alta e bem recheada, como uma torta salgada, com muito queijo e molho de tomate. Alguns dos endereços mais famosos para provar a iguaria são o Lou Malnati’s, Giordano’s e Gino’s East.


Outro clássico é o Italian Beef Sandwich, prato que também ganhou destaque em “O Urso”. Feito com carne finamente fatiada, cozida lentamente em caldo temperado e servida em pão francês, ele pode vir mergulhado no molho e acompanhado pela tradicional giardiniera, uma conserva de legumes que é marca registrada de Chicago. Para saborear a especialidade e ter um gostinho da série do Disney+, vá ao The Beef, restaurante que inspirou a produção e serviu de locação para as filmagens.
O cachorro-quente de Chicago é outra estrela da casa. Servido em pão de papoula, com salsicha bovina, mostarda, relish verde, cebola, tomate, picles, sport peppers e uma pitada de sal de aipo, ele está presente em praticamente todos os cantos da cidade. A gente recomenda o Portillo’s para experimentar o hot dog.
Claro, além dos clássicos, Chicago também brilha na gastronomia contemporânea, com restaurantes premiados, chefs inovadores e bairros que celebram suas raízes por meio da comida. Com certeza, vale a pena pesquisar e fazer um tour gastronômico pela cidade para complementar a experiência.
Documentação necessária

Para ir a Chicago, é necessário passaporte válido por, no mínimo, seis meses a partir da data de entrada nos Estados Unidos, além do visto de turismo obrigatório para brasileiros entrarem nos EUA. Aqui no blog, você encontra o passo a passo para solicitá-lo.
Um seguro viagem não é obrigatório, mas é altamente recomendado em qualquer viagem aos EUA, uma vez que os custos com o cuidado à saúde no país podem ser custosos.
Vá para Chicago com a VMZ
Sem dúvidas, Chicago agrada ao olhar e ao paladar. Ela foge dos centros turísticos tradicionais, como Orlando, Miami e Nova York, e oferece uma experiência que vai impressionar você.
E a VMZ Viagens pode ajudar com tudo: do primeiro contato ao retorno para casa, a agência trabalha para que você possa aproveitar cada segundo na Cidade dos Ventos sem preocupações.
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