🚲 Resumo sobre Copenhague
Copenhague é uma cidade charmosa, pequena e plana, perfeita para explorar a pé ou de bicicleta. O Nyhavn, com suas casinhas coloridas e barcos de madeira, é o cartão-postal mais famoso, mas a cidade vai muito além dele: dá para visitar a icônica Pequena Sereia, o parque Tivoli, conhecer castelos como Amalienborg e Rosenborg e muito mais. A gastronomia local também oferece pratos típicos como smørrebrød, frikadeller, stegt flæsk e doces como o wienerbrød. E quem quiser viver essa experiência no verão europeu pode embarcar no grupo Lendas Escandinavas da VMZ Viagens, que visita também Noruega e Suécia em uma jornada que parece saída de um conto de fadas.
Copenhague, capital da Dinamarca, foi eleita a cidade mais feliz do mundo em 2025, segundo o ranking Happy City Index, do Institute for Quality of Life. E basta observar o estilo de vida local para entender o motivo. A cidade combina organização, bem-estar coletivo, sustentabilidade e uma atmosfera que faz qualquer visitante se sentir acolhido.
Ao caminhar por suas ruas, que parecem cenário de conto de fadas, fica evidente como mobilidade sustentável, qualidade de vida e respeito ao meio ambiente fazem parte da rotina.
Inclusive, carro esqueça o carro: a melhor forma de explorar Copenhague é a pé ou de bicicleta. A capital tem ciclovias amplas, sistemas de aluguel espalhados por toda parte e até iniciativas que incentivam turistas a adotar práticas mais “verdes” durante a viagem.
Seja caminhando ou pedalando, Copenhague revela uma harmonia única entre o clássico e o moderno. A arquitetura histórica se mistura com construções contemporâneas e sustentáveis, criando uma cidade cheia de personalidade, que encanta muito além do famoso Nyhavn, o cartão-postal das casinhas coloridas à beira do píer.
Neste guia VMZ, você confere tudo o que precisa saber para planejar sua viagem:
- Quando ir a Copenhague
- Entenda o Hygge
- Onde ficar em Copenhague
- O que fazer em Copenhague
Nyhavn
A Pequena Sereia
Jardins de Tivoli
Mais passeios em Copenhague - Gastronomia dinamarquesa
- Documentação necessária
- Grupo de viagem VMZ: Lendas Escandinavas
Quando ir a Copenhague

Copenhague é encantadora em qualquer época do ano, mas o melhor período para conhecer a capital dinamarquesa é entre maio e setembro (primavera e verão), quando os dias ficam mais longos e agradáveis.
Se você gosta de temperaturas mais baixas, leve roupas grossas, casacos, agasalhos e capa de chuva, pois o inverno é frio, úmido e com bastante vento.
Para quem busca preços mais baixos, os meses de março a maio e setembro a novembro costumam oferecer passagens, hospedagens e serviços mais em conta, além de atrações com menos turistas.
A seguir, veja o que esperar do clima de Copenhague ao longo do ano:
❄️ Inverno (dezembro a março)

O inverno traz muito frio e ventos intensos. As temperaturas variam entre -1°C e 4°C, os dias são bem curtos (o sol pode nascer às 8h30 e se pôr por volta de 15h30) e o famoso conceito dinamarquês de hygge (aquele aconchego gostoso) ganha ainda mais força. A neve aparece, mas não é abundante.
Em dezembro, a cidade vive seu momento mais mágico: luzes por todos os lados, mercados de Natal, rinques de patinação, o parque Jardins de Tivoli totalmente decorado e até a tradicional procissão de caiaques nos canais no Dia de Santa Lúcia.
🌸 Primavera (março a junho)

A primavera traz uma elevação gradual nas temperaturas. Março ainda é gelado, mas em maio elas já chegam a 16°C, deixando as atividades ao ar livre muito mais agradáveis.
Com as flores voltando a colorir a cidade, é um ótimo período para pedalar, caminhar pelos parques e curtir os canais. Para quem gosta de cerveja, maio também recebe o Mikkeller Beer Celebration Copenhagen, festival que reúne bares e pubs servindo rótulos clássicos e novidades artesanais.
☀️ Verão (junho a setembro)

O verão é, sem dúvida, a melhor época para visitar Copenhague. Os dias são longos (o sol pode se pôr às 22h), há mais vida ao ar livre e as temperaturas são amenas, chegando a 25°C nos dias mais quentes. Mesmo assim, há chances de chuva e a brisa noturna pode ser fria.
Aproveite os festivais de música, como o Copenhagen Jazz Festival, visite pontos turísticos como o Palácio Christian VIII e o Castelo de Rosenborg, descubra as praias urbanas e se delicie com os sabores locais. Os Jardins de Tivoli também é imperdível no verão.
🍂 Outono (setembro a dezembro)

No outono, as temperaturas começam a cair e os dias ficam mais escuros. O hygge volta a tomar conta da cidade, com os termômetros marcando cerca de 3°C em novembro. É uma estação mais chuvosa, então capa de chuva e agasalhos são essenciais.
Aproveite para conhecer cafés e padarias aconchegantes, visitar museus como o Nationalmuseet, explorar o Palácio de Christiansborg e experimentar as especialidades do Torvehallerne. No fim da estação, o Tivoli ganha uma decoração especial de Halloween, que vale muito a visita.
Entenda o Hygge

O conceito dinamarquês de hygge (pronuncia-se “rû-gue”) é um dos pilares do estilo de vida no país, e combina perfeitamente com o título de cidade mais feliz do mundo.
O hygge representa aquele sentimento de aconchego vivido em momentos simples: estar com quem você ama, rir com os amigos, comer algo que “abraça a alma”, acender velas em casa ou se aquecer em meio ao frio. É a celebração das pequenas coisas que trazem a sensação de “coração quentinho”.

Embora faça parte do cotidiano o ano inteiro, o hygge ganha ainda mais força entre o outono e o inverno, quando os dias são mais frios, curtos e escuros. É nesse período que os dinamarqueses se reúnem para aproveitar a companhia uns dos outros, seja em cafés, em casa, ou em espaços em que podem se reunir pela cidade.
Nada traduz melhor o espírito dinamarquês do que o hygge: bem-estar, simplicidade e a ideia de que felicidade se constrói coletivamente.
Onde ficar em Copenhague

Como contamos no começo deste guia, Copenhague é uma cidade perfeita para explorar a pé ou de bicicleta. Além de ser plana, tudo é relativamente perto, e se você preferir utilizar o transporte público, encontrará um sistema eficiente, pontual e que te leva para qualquer região da capital sem dificuldades.
Dito isso, aqui vão algumas regiões para você considerar ao montar sua viagem:
Indre By

Se é a sua primeira vez em Copenhague, Indre By é a melhor opção. É o coração da Cidade Velha e coloca você perto das atrações mais famosas, tudo a poucos minutos de caminhada. Por lá, você estará próximo ao Nyhavn, aos Jardins de Tivoli, ao Palácio Amalienborg, ao Castelo Rosenborg e ao Museu Nacional da Dinamarca.
Não é a região mais barata, mas a comodidade de estar perto dos pontos turísticos e de ótimos restaurantes pode valer a pena.
Vesterbro

Em Vesterbro, a atmosfera é criativa, moderna e alternativa, que cria um contraste interessante com o passado industrial e de classe trabalhadora do bairro.
Hoje, a região é repleta de lojas independentes, cafés estilosos, bares e restaurantes. É aqui também que fica o famoso Meatpacking District, um complexo cheio de opções gastronômicas, bares, áreas verdes e algumas casas noturnas.
É uma ótima escolha para quem gosta de vida urbana, cultura jovem e boa comida.
Nørrebro

Nørrebro é um dos bairros mais cool de Copenhague: multicultural, boêmio, artístico e cheio de personalidade.
A região reúne cafés, brechós, lojas independentes, murais de arte urbana e restaurantes do mundo inteiro. Também abriga o belo Assistens Kirkegård, parque-cemitério onde estão enterradas figuras importantes da Dinamarca.
É uma boa opção para quem busca preços mais acessíveis, ambiente descontraído e uma experiência mais autêntica.
Østerbro

Elegante, tranquilo e residencial, Østerbro é ideal para quem prefere uma estadia mais sossegada. As ruas são arborizadas e a região tem ótimas opções para famílias. É aqui que fica o Fælledparken, um dos maiores parques da cidade, além do estádio Parken.
Mesmo sendo mais calmo, Østerbro fica bem conectado ao centro e oferece fácil acesso às principais atrações.
Christianshavn/Holmen

Christianshavn é um charme à parte, com seus canais que lembram Amsterdã, suas pontes, pequenas praças e cafés acolhedores. É um bairro interessante para quem gosta de passear com calma e apreciar a arquitetura local.
É também onde fica Christiania, a comunidade alternativa mais famosa do país, além de ótimos restaurantes, como alguns estrelados Michelin.
Na área vizinha de Holmen, antiga zona naval da cidade, você encontrará espaços culturais importantes, como a Ópera Real Dinamarquesa, além de vistas lindíssimas da orla.
Essas regiões são ótimas para quem busca algo menos turístico, mas cheio de personalidade, história e charme.
O que fazer em Copenhague

Há muita história, cultura e beleza em cada canto da capital dinamarquesa. Para conseguir ver, pedalar e aproveitar tudo com calma, reserve ao menos quatro dias na cidade. Se quiser estender a experiência nórdica, também é possível atravessar a Ponte Øresund e chegar a Malmö, na Suécia, em apenas 40 minutos.
Confira algumas sugestões de passeios em Copenhague:
Nyhavn

Talvez a imagem mais famosa da capital seja a das casinhas coloridas com barcos de madeira atracados ao longo do canal. Esse é o Nyhavn, uma antiga região portuária no centro da cidade e um dos melhores lugares para começar sua aventura em terras dinamarquesas.
Por ali, você pode caminhar, provar um gløgg (um vinho quente com especiarias) ou outras delícias nos cafés e restaurantes à beira da água (todos muito disputados) e tirar fotos lindíssimas.
Também é possível fazer um passeio de barco pelos canais, que sai dali mesmo, e conhecer curiosidades sobre a vida de Hans Christian Andersen, autor de A Pequena Sereia, que viveu em três endereços diferentes do Nyhavn.
A Pequena Sereia

Outro símbolo da cidade é a estátua de bronze de A Pequena Sereia, criada em 1913 por Edvard Eriksen como homenagem ao conto de Andersen. Seu rosto e corpo foram inspirados em Eline, esposa do escultor.
A estátua fica no Langelinieparken, uma área agradável à beira d’água, que costuma receber quem chega a Copenhague de navio.
Jardins de Tivoli

Um dos parques de diversões mais antigos do mundo, os Jardins de Tivoli foram inaugurados em 1843 e, segundo a lenda, inspirou Walt Disney a criar a Disneyland da Califórnia.
Verdade ou não, o Tivoli é uma das atrações mais encantadoras da cidade. O acesso funciona assim: você compra o ingresso de entrada e, depois, cada atração é paga individualmente, incluindo a histórica montanha-russa de madeira (uma das poucas no mundo que ainda usa freio manual!).
Durante o ano, o parque recebe eventos temáticos que reforçam sua atmosfera mágica, como Halloween, Natal e verão.
Mais passeios em Copenhague:



- Praça Principal (Rådhuspladsen): é a principal praça pública de Copenhague, onde fica a Prefeitura (Rådhus) e o ponto de partida da famosa Strøget, uma das maiores ruas de pedestres da Europa.
- Passeio de barco pelos canais: uma das formas mais encantadoras de conhecer Copenhague. Os barcos percorrem os canais históricos e passam por pontos como a Ópera, a Biblioteca Real, o bairro de Christianshavn e o Nyhavn.
- Castelo Amalienborg: residência oficial da família real dinamarquesa, o palácio é formado por quatro edifícios em torno de uma praça central. É possível visitar o museu do palácio, conhecer detalhes sobre a monarquia dinamarquesa e acompanhar a troca da guarda realizada todos os dias, ao meio-dia.
- Castelo Rosenborg: construído no século XVII, é um dos castelos mais bonitos de Copenhague e abriga as Jóias da Coroa e objetos importantes da história da Dinamarca.
- Museu Nacional da Dinamarca: seu acervo inclui artefatos vikings, peças pré-históricas, objetos reais e exposições interativas sobre a cultura dinamarquesa ao longo dos séculos.
- Jardim Botânico: abriga estufas históricas, coleções de plantas raras. Além da estufa palmeira do século XIX, com sua cúpula de vidro e escadaria interna.
- Rua Værnedamsvej: é um “pedacinho de Paris” em Copenhague. Repleta de cafés, delicatessens, padarias, floriculturas e lojinhas independentes.
- Castelo Frederiksborg: localizado em Hillerød, a cerca de 40 minutos de trem, o palácio renascentista abriga o Museu de História Nacional e dezenas de salas luxuosas.
Outros passeios em Copenhague:



- Casa de Ópera de Copenhague: o prédio tem uma das produções acústicas mais avançadas da Europa. Vale a visita, mesmo que você não assista a um espetáculo, para observar sua estrutura e as vistas do porto.
- Christiania: a famosa “cidade livre” fundada em 1971 é um espaço alternativo e autogerido, cheio de arte de rua, cafés culturais, feiras e construções criativas. É importante respeitar as regras locais, especialmente na área de Pusher Street, onde fotos não são permitidas.
- Igreja do Nosso Salvador: conhecida pela torre em espiral com 400 degraus externos que levam ao topo. A vista panorâmica de Copenhague é uma das mais bonitas da cidade, especialmente ao pôr do sol.
- Igreja de Mármore: a poucos passos doPalácio Amalienborg, é uma das igrejas mais impressionantes do país, com uma cúpula que lembra vagamente a Basílica de São Pedro, em Roma.
- Biblioteca Real: um dos edifícios modernos mais elegantes de Copenhague, com fachada de vidro escuro refletindo o canal. Além do acervo literário, o espaço recebe exposições, consertos e eventos.
- Rundetårn: construída no século XVII, a torre é famosa por sua rampa em espiral, que leva até o topo sem escadas.
- Fábrica da Carlsberg: o tour conta a história de uma das marcas mais tradicionais do mundo, mostra o processo de produção, apresenta coleções e termina com uma degustação.
💡 Dica VMZ: adquira o Copenhagen Card, o passe turístico oficial da cidade. Ele garante transporte público ilimitado (metrô, ônibus, trem e até o transporte para o aeroporto), o que facilita muito a locomoção. Além disso, o cartão oferece entrada gratuita em mais de 80 atrações, incluindo o Palácio de Christiansborg, o Museu Nacional da Dinamarca, o Castelo Rosenborg e passeios de barco pelos canais. O cartão está disponível nas versões 24h, 48h, 72h, 96h e 120h, e pode ser adquirido online ou nos pontos de turismo da cidade.
Gastronomia dinamarquesa

Uma das melhores partes de qualquer viagem é comer bem – e isso é algo que você certamente vai fazer em Copenhague. Inclusive, é através da comida que muita gente sente o hygge na prática!
Como é de se esperar, a culinária dinamarquesa é marcada por pratos ricos em gordura e carboidratos, essenciais para enfrentar o clima gelado da região.
Peixes, carne de porco e batatas aparecem com frequência, mas o país também valoriza ingredientes locais, sazonais e preparos sustentáveis, o que torna a gastronomia dinamarquesa saborosa e cheia de identidade.
Algumas dicas do que provar:
Gløgg

Já falamos sobre essa bebida típica: um vinho quente aromatizado com especiarias como cravo, canela e laranja. O aroma do gløgg perfuma cafeterias e mercados durante a temporada de Natal, e você encontra versões deliciosas nos quiosques pela cidade.
Smørrebrød

Um clássico absoluto. O smørrebrød é um sanduíche aberto feito com pão de centeio, servido com diferentes coberturas. O mais tradicional leva arenque, peixe muito comum no Mar Báltico, mas há opções com camarão, carnes frias, patês, ovos e queijos.
Frikadeller

Saborosas almôndegas achatadas e fritas, feitas com uma mistura de carne de porco e vitela, temperadas com cebola e especiarias. São simples, mas incrivelmente gostosas, e costumam acompanhar refeições típicas dinamarquesas.
Stegt Flæsk med Persillesovs

Não deixe que o nome complicado impeça você de experimentar esse delicioso prato! Ele combina pedaços crocantes de barriga de porco fritos com um molho cremoso de salsa, acompanhados de batatas cozidas. É considerado por muitos o prato nacional da Dinamarca.
Wienerbrød

Para quem não resiste a um doce: essa massa folhada amanteigada e delicada, geralmente coberta com glacê ou recheada com marzipã ou creme, é a famosa “danish pastry”. Perfeita para acompanhar um café quentinho.
Rødgrød med Fløde

Uma sobremesa leve e tradicional, feita com frutas vermelhas cozidas e engrossadas, servida com creme fresco. É simples, refrescante e muito popular entre os dinamarqueses.
Documentação necessária

Antes de arrumar as malas, é importante garantir que está tudo certo com a documentação para entrar na Dinamarca. A boa notícia é que os brasileiros não precisam de visto para viagens de curta duração (até 90 dias), mas alguns requisitos são obrigatórios. Confira:
- Passaporte: brasileiros não precisam de visto para estadias de até 90 dias, mas é necessário um passaporte válido por pelo menos três meses após a data de saída do Espaço Schengen.
- ETIAS (a partir de 2026): a União Europeia implementará o ETIAS (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem), uma autorização eletrônica obrigatória para turistas de países que não precisam de visto, como o Brasil.
- Comprovante de hospedagem e meios financeiros: na imigração, pode ser solicitado um comprovante de onde você ficará hospedado (reserva de hotel ou carta-convite de um residente) e um valor mínimo para se manter durante a viagem.
- Passagem de volta: é importante ter um bilhete de retorno ao Brasil ou para outro destino fora do Espaço Schengen.
- Seguro viagem: é obrigatório para viagens aos países que integram o Espaço de Schengen. Deve ter cobertura mínima de 30 mil euros, incluindo despesas médicas e hospitalares. Saiba sobre a importância do seguro viagem aqui.
- Vacinas: atualmente, não há exigência de vacinação específica para brasileiros entrarem na Dinamarca. No entanto, é sempre bom verificar requisitos atualizados antes da viagem.
Vale lembrar que a moeda oficial da Dinamarca é a Coroa Dinamarquesa, e não o euro, como em muitos outros países da União Europeia. Outro ponto importante: embora o dinamarquês seja o idioma oficial, praticamente todos falam inglês muito bem. Ou seja, você não precisa se preocupar na hora de se comunicar por lá.
Grupo de viagem VMZ: Lendas Escandinavas

Se você leu sobre Copenhague e ficou com vontade de viver tudo isso de perto, chegou a hora!
A VMZ Viagens está com vagas abertas para o grupo Lendas Escandinavas, que passa pela capital dinamarquesa e também por Oslo, Geilo, Bergen e Balestrand, na Noruega, além da elegante Estocolmo, na Suécia.
Serão dias explorando as belezas nórdicas, entre 8 e 21 de junho de 2026. Viajar nesse período, pleno verão europeu, é uma das melhores formas de conhecer a Escandinávia: dias longos, temperaturas agradáveis e paisagens que parecem pinturas.
O que está incluso nessa experiência para lá de especial:
- Passagem aérea saindo de São Paulo;
- Guia VMZ desde o Brasil + guias locais;
- 10 noites em hotéis 4 estrelas com paisagens deslumbrantes + café da manhã;
- 1 noite a bordo do DFDS Seaways + café da manhã;
- Visitas panorâmicas nas capitais;
- 3 jantares escandinavos autênticos;
- Ônibus para todos os passeios;
- Seguro viagem com cobertura de US$ 100 mil.
Se você ficou interessado, entre em contato com a VMZ Viagens, uma agência com quase 20 anos de experiência, atendimento humanizado, facilidades de pagamento e assistência 24h em destino.
Reserve sua viagem pelo botão e garanta sua vaga nesse grupo que vai levar você para um mundo que parece ter saído de um conto de fadas.


